sábado, 16 de novembro de 2013

[Conto] Sentadinha

Ela chegou em casa já tirando o vestido e a calcinha, ficando apenas sobre o salto alto.

- Corninho, cheguei! E trouxe uma surpresa pra você. Deita.

Ele, sem questionar e nem reclamar do fato de que ela não havia avisado que iria chegar tarde, obedece.
Ela senta na cara dele, que prontamente incia o serviço com sua língua.

- Isso... hmmm... corninho, chupa bem a minha bocetinha, que ele me deixou cheinha de porra.

- Aliás, deixa eu te contar quem eu encontrei hoje.

Antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, ela prossegue:

- Lembra do Marcelo, aquele meu colega do tempo da faculdade que você odiava?

- Encontrei ele por acaso esses dias. Foi coisa rápida, de passagem mesmo. Trocamos telefones e a gente ficou de marcar algo. Ele me ligou ontem e marcamos num barzinho, ali perto do trabalho.

Ele tentou esboçar um protesto, ao que ela interceptou:

- Não pára de chupar! Não mandei parar!

- Pois então. Após o expediente, saí da empresa e fui direto pra lá. Tomamos umas e relembramos os velhos tempos. A certa altura ele lembrou de você, e como você morria de ciúme quando ele conversava comigo. Foi aí que ele perguntou se ainda estávamos juntos.

- Respondi que sim e que estávamos casados...

Ele soltou um suspiro aliviado. 

- Ao que ele exclamou, "que pena!". Perguntei porque ele havia dito aquilo e ele, sem rodeios disse: "porque eu sempre te achei linda e sempre estive afim de ti".

Mais uma vez ele tentou protestar, sendo novamente repreendido:

- Não mandei parar, porra! Chupa!

E continuou:

- Continuando... então eu disse a ele que isso não era problema, pois o meu maridinho é um corno manso que gosta de compartilhar a esposa.

Mais uma vez ele tentou esboçar uma reclamação, mas antes que conseguisse, foi surpreendido com a mão dela apertando seu saco.

- Não reclama e continua me chupando! É melhor ficar bem mansinho, porque se interromper de novo vai se arrepender.

- Onde eu estava... ah sim. Aí ele de início não acreditou, achou que eu estava de brincadeira, mas aí expliquei seriamente a situação a ele, de forma que ele se convenceu. 

- E aí ele não hesitou em me levar pro motel.

Dessa vez ele não esboçou reação, apenas soltando uns gemidos de desagrado, sufocados pela boceta da própria mulher. Ela pegou o seu pau, que já estava duro, e começou a masturbá-lo.

- E daí pra frente você imagina né? No carro, demos uns amassos e chupei o pau dele. E que pau grande e gostoso ele tem! Chegando no motel, ele me pegou de jeito! Fodemos em tudo que foi posição possível. Sem camisinha. E aí, na hora de gozar, não deixer ele tirar! Ele urrou de tesão e gozou tudo aqui dentro. - disse ela com tom de satisfação, batendo contra o ventre.

- Em resumo, você já entendeu, né? Pois é, essa porra que você tá tomando é dele, corno.

Ele não aguenta e goza. 




- Ah! E tem mais um detalhe! Eu estou no meu período fértil.



Esse é o meu primeiro conto que publico aqui no blog. Espero que tenham gostado!



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2 comentários:

  1. vai me dizer que quer ficar gravida dele, ai é pra acabar né

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  2. AS ESPOSINHAS ADORAM FUDER NO CUZINHO E NA BUCETINHA SEMPRE, E ASSIM QUE OS COMEDORES VIAJAM OU SAEM PARA COMER AS ESPOSINHAS DE CORNINHOS, SUAS ESPOSAS APROVEITAM PARA FODER COM OS AMIGOS E CONNHECIDOS MAIS PERTO, ATÉ QUE SEU MARIDO MACHO COMEDOR CHEGUE EM CASA.

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